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FMI: Brasil deve manter apoio à economia sem desrespeitar o teto

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FMI: Brasil deve manter apoio à economia sem desrespeitar o teto



Recomendação foi feita pelo diretor do Departamento de Assuntos Fiscais, Vitor Gaspar O Fundo Monetário Internacional (FMI) reiterou nesta quarta-feira que o Brasil deve manter o apoio à economia durante esta fase crítica da pandemia de covid-19, mas sem desrespeitar o teto de gastos, política fiscal que a entidade considera importante para que o país preserve avanços nos fundamentos econômicos conquistados nos últimos 20 anos.
A recomendação foi feita pelo diretor do Departamento de Assuntos Fiscais do FMI, Vitor Gaspar, em entrevista coletiva para apresentar as conclusões do relatório Monitor Fiscal, divulgado nesta quarta. No documento, a entidade estimou que a dívida pública bruta do Brasil alcançará 98,4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
Questionado sobre o avanço da pandemia no Brasil e sobre as medidas que o governo federal pode adotar para proteger a economia dos efeitos econômicos causados pela covid-19, Gaspar afirmou que os programas implementados em 2020 foram bem-sucedidos em apoiar os mais vulneráveis e a atividade econômica.
Vitor Gaspar
Joshua Roberts/Bloomberg
Desta forma, o diretor de Assuntos Fiscais do FMI destacou que essas políticas devem ser mantidas e adaptadas às condições do país enquanto durar a pandemia.
No entanto, é preciso que o Brasil não só apoie a economia, mas também estabeleça um arranjo fiscal de médio prazo que seja robusto e crível para manter avanços conquistados nos últimos anos, como a adoção de metas de inflação e a independência do Banco Central em perseguir políticas para evitar um aumento excessivo dos preços, disse.
“Instituições no lado fiscal ainda têm um trabalho em andamento. É extremamente importante que o Brasil continue perseverando nessa direção”, afirmou Gaspar em entrevista coletiva. “Neste momento, um dos pilares importantes da estrutura fiscal do Brasil é o teto de gastos. Ele deve ser considerado uma âncora a ser valorizada e preservada, mesmo nessas circunstâncias exigentes.”
Em dezembro, em relatório anual sobre a economia brasileira, o FMI já recomendava que o Brasil se preparasse para fornecer apoio fiscal adicional se as condições econômicas se mostrassem mais fracas do que o esperado em 2021. Ao mesmo tempo, ressaltava a importância de que o país cumprisse o teto, sob o risco de ameaça à sustentabilidade da dívida pública.


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