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Sem vacina, colapso do AM pode se reproduzir em outros Estados, alerta Flávio Dino

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Sem vacina, colapso do AM pode se reproduzir em outros Estados, alerta Flávio Dino



Governador responsabilizou o governo federal pelo agravamento da crise sanitária na capital amazonense e disse que o “negacionismo” de Bolsonaro tem gerado situações trágicas Presidente do Consórcio Amazônia Legal, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou nesta sexta-feira que sem a vacinação contra a covid-19, o colapso no sistema de saúde enfrentado pelo Amazonas pode se reproduzir em outros Estados. O Maranhão deve receber na noite de hoje ao menos 23 pacientes transferidos de Manaus.

Dino responsabilizou o governo federal pelo agravamento da crise sanitária na capital amazonense e disse que o “negacionismo” do presidente Jair Bolsonaro tem gerado situações trágicas como a enfrentada por Manaus, com hospitais lotados, sem vagas para atendimento nem cilindros de oxigênio para pacientes.

“O principal fator [do colapso], sem dúvida, é o que vimos desde o início, a premissa da ‘gripezinha’. A partir daí, todos os absurdos que estão acontecendo são derivações dessa premissa equivocada, criminosa. O país não se prepara adequadamente em nenhum item, desde respiradores, medidas de distanciamento, uso de máscaras e vacinas. Tudo isso vai ficando no improviso”, afirmou Dino ao Valor.

Sem condições de dar atendimento às vítimas de covid-19, o Amazonas poderá transferir até 750 pacientes, entre eles bebês prematuros. Hoje, o governo amazonense disse ter conseguido oxigênio para atender os bebês por dois dias, evitando, assim a transferência. A previsão inicial do Maranhão era de receber 23 adultos e 10 bebês prematuros para atendimento no hospital universitário.

“O caso de Manaus é um dos mais dramáticos que eu já vi”, afirmou Dino, que tem mantido contato direto com o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC).

Um dos fatores que podem ajudar a explicar o aumento do número de casos no Amazonas nas últimas semanas é uma mutação do novo coronavírus, que torna a disseminação da doença ainda mais rápida. “Esse é um problema que deve ser tratado no plano nacional. Alguém acha que essa nova cepa vai ficar concentrada em Manaus? O presidente não pode falar que é problema do Estado e da capital”, disse Dino. “É irresponsável.”

O governador do Maranhão disse que se as vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan forem liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no domingo, o país poderá evitar a repetição do caso do Amazonas. “Se não tiver a vacina, vamos para um quadro difícil. Esse quadro do amazonas pode se alastrar de novo, se reproduzir. Pode ser precursor, antecipando o que vai ocorrer nos outros Estados. Se tivermos a vacina, melhorará um pouco esse quadro.”

Dino afirmou não ter nenhuma previsão do governo federal de quantas doses o Estado receberá para vacinar a população. “Estamos no escuro”, afirmou.
Governador Flavio Dino
Denio Simoes/Valor


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